Aula 6 - Visita técnica ao laboratório de microscopia eletrônica da PUCRS

Relatório da visita técnica ao laboratório de microscopia eletrônica da PUCRS

Etapa 1: Metalizador
    Na primeira parte da visita técnica ao laboratório de microscopia eletrônica da PUCRS conhecemos a sala de preparação de material. Para serem observados no microscópio eletrônico de varredura o material tem que ser condutivo a eletrcidade. Normalmente material biológico tende a ter baixa condutividade elétrica. Para solucionar este problema existe o equipamento chamado de metalizador. Primeiramente o equipamento cria um ambiente de vácuo, em seguida preenche o vácuo com o gás inerte argônio. Após isso uma placa de ouro localizada acima da amostra é ionizada e o metal precioso se desprende da placa e se gruda firmemente ao material posto na mesa abaixo da placa. O resultado é que o material fica revestido por uma fina camada de ouro, tendo a sua superfície se tornado condutiva permitindo assim a observação no microscópio eletrônico de varredura. Para ser observado foram metalizados 5 fios de cabelo e a face adaxial e abaxial de um folha.

Líbélula metalizada

Metalizador em operação

Etapa 2: Observação no microscópio eletrônico de varredura
Completa a metalização, o grupo seguiu para a sala onde fica localizado o microscópio eletrônico de varredura, capaz de ampliar em um milhão de vezes qualquer amostra. Foi se observado primeiramente os fios de cabelos dos alunos, comparando as placas de queratina e o tamanho em micrômetros entre eles. Em seguida foi observado as folhas. Fou possivel avistar os estômatos e um fungo invadindo o tecido vegetal. Observamos algumas imagens já salvas previamente no microscópio, entre elas tecido de dentes.



Etapa 3: Microscópio Eletrônico de Transmissão
Em seguida o grupo se dirigiu a sala do microscópio de eletrônico de transmissão. Diferente do de varredura, as amostras aqui observadas não podem ser condutivas de corrente elétrica. Também são resfriadas a baixas temperaturas com uso de nitrogênio líquido. Este tipo de microscópio necessita de uma sala com o design arquitetônico desenvolvido especificamente para abriga-lo. A parede necessita ser revestida com material que absorva vibrações assim como o chão devido a sensibilidade do equipamento. Este microscópio consegue aumentar a imagem por volta de um bilhão de vezes.
Imagem do microscópio eletrônico de transmissão

Etapa 4: Microscópio ótico de fluerescência e ultramicrótomo
Na última parte da visita, conhecemos o microscópio ótico de fluerêncencia, que permite criar contrastes entre diferentes partes das imagens por meio da adição de pigmenos fluerencentes. Além disso, este microscópio possui capacidade de gerar uma atmosfera controlada, permitindo a observação de tecidos vivos. Na mesma slaa fica localizado o ultramicrótomo, um equipamento especializado para realizar cortes ultra finos para observação em microscópios de transmissão. Os cortes feitos neste equipamento podem ser de menos de 100 nanometros de espessura. Cerca de dez a vinte vezes mais finos que aqueles realizados no micrótomo convencional. Para isso uma lâmina de diamante normalmente é utilizada.





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